Bem-vindo à página oficial da aplicação do projecto europeu SPICOSA ao caso de estudo do estuário do Guadiana
Uma estratégia para o Desenvolvimento Sustentável no estuário Guadiana
 
O Desenvolvimento Sustentável é uma das dimensões de maior multidisciplinaridade das políticas da União Europeia. Elementos como a Directiva Habitats e Directiva Aves, Agenda 21, Rede Natura 2000, a estratégia de Lisboa e de Gotemburgo, a Directiva Quadro da Água, as novas recomendações da UE para a Gestão Integrada de Zonas Costeiras (ICZM), e a futura Estratégia Marítima e Directiva IZCM, são exemplos da atenção prestada pela UE a esta temática.


Fortemente associado à necessidade de gerir com visão de futuro os recursos naturais e a qualidade ambiental, o conceito de desenvolvimento sustentável é no entanto mais amplo, e compreende a dimensão económica, social e ambiental. Neste contexto o projecto SPICOSA propõe um novo modo de olhar o desenvolvimento nas suas múltiplas facetas, constituindo-se como um método de actuação transversal.


É neste sentido que o projecto SPICOSA surge, apontando para o suporte e implementação de uma estrutura de Desenvolvimento Sustentável na área da Gestão de Zonas Costeiras, considerando a necessidade de melhor integrar o conhecimento científico na aplicação de políticas de desenvolvimento local ao nível apropriado.


O Baixo Guadiana e em particular o seu estuário constituem um excelente caso de estudo para a aplicação de um modelo de Gestão Integrada e Sustentável, já que se encontra abrangido e catalogado dentro de muitos dos instrumentos legais anteriormente citados e ainda numa fase incipiente de pressão humana, fornecendo uma janela de oportunidade pró-activa, ao contrário da habitual estratégia de remediação ambiental.


Assumindo a competência que o estado actual do conhecimento científico e tecnologia tem nesta matéria, a aplicação do projecto SPICOSA ao caso de estudo do estuário do Guadiana procura assim aplicar uma estrutura operacional de investigação que vise, em simultâneo, incrementar o diálogo entre os decisores políticos e a comunidade científica e a criação de um conjunto de ferramentas de assessoria para a gestão ecológica-social-económica.


Alcançar a imperativa transição para a sustentabilidade exige a quantificação e compreensão das ligações estabelecidas entre a degradação dos sistemas naturais, diminuição da eficiência económica, aumento das iniquidades sociais e conflitos geracionais. Este processo requer, por seu lado, a construção de novo conhecimento, tecnologia e metodologias, e também, a colaboração dos diferentes sectores da sociedade.

 

 

 
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